quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Acontece: Palestra no Rotary de Ouroeste

Banner cedido pela Imagem Pública do clube

Rotary Clube de Ouroeste realizará palestra aberta ao público no dia 01/09 (Quinta Feira), ás 20:00 H.


Com o tema Como viver bem em tempos de crise, a palestra será ministrada pelo pós graduado em Gestão de Pessoas e Marketing, Kassem Eduardo Rosa, o tema segundo a Imagem Pública do clube será totalmente direcionado à valorização pessoal e profissional dos espectadores. O evento conta com apoio do Super Mercado Maticolli e Tribuna - Papelaria e Informática.


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Acontece: O voo da Ariranha

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Rotaract Club de Ariranha, realiza o XII Festival de Pipas, evento ocorrerá no Estádio Municipal do município paulista.


O Rotaract Club de Ariranha realiza no dia 7 de setembro o XII Festival de Pipas, evento começará as 9h, no Estádio Municipal e é aberto á todas as idades. Segundo o clube  "O evento tem como objetivo proporcionar um dia alegre com uma competição saudável de pipas". As categorias concorridas são: Menor pipa, maior pipa, maior rabiola e pipa mais criativa.

O clube ainda adverte aos competidores que, independentemente da categoria escolhida, todas as pipas devem voar e que o uso de cerol é proibido, além da recomendação em usar protetor solar.

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Acontece: Show de Cordas ao vivo



Há quatro anos e meio uma dupla de amigos de Ribeirão Preto - SP, ( Marco Marangoni e Gustavo Chapina) criavam um projeto impressionante e desafiador, unir um instrumento clássico com as batidas da música eletrônica, e não é que deu certo? A partir daí surgiu a banda Strings Live, conheça agora mais um pouco sobre este projeto sensacional:


Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente é um prazer poder conversar com o Strings Live, e gostaria de começar perguntando: O nome do Projeto é Strings Live, que numa tradução literal é "Cordas ao vivo" porque o projeto possui este nome?

Strings Live: Possuímos o nome de Strings, pois fazemos uma referência ao instrumento tocado, no caso o violino.

Victor Hugo Cavalcante: O gênero House Music tem diferentes variações, sendo uma delas a própria House Music (Batida seca, 4/4,com "viradas" de muitas batidas, vocais femininos, melodia alegre e com velocidade próximas a 120 a 135 BPM (Batidas por Minuto), afinal qual o tipo de variação que vocês usam como estilo? 
Usamos uma variação característica do que tocamos, no caso o EDM que gira em torno de 128 BPM.

Victor Hugo Cavalcante: Como surgiu o Strings Live? Como é que surgiu a ideia de misturar o violino com a música eletrônica?
O projeto começou com o convite do Marco Marangoni feito ao Gustavo Chapina, que o mesmo aceitou, dai começamos a estudar as músicas para ver como seria criado a identidade e características do projeto. A ideia foi trazer algo diferente para o meio eletrônico, e a partir dos estudos feito com as músicas, achamos que seria uma proposta legal para o público.

Victor Hugo Cavalcante: Em outubro vocês tocarão no evento Glow, realizado pelo Rotaract Club de Conceição de Alagoas, como surgiu o convite, e o que o público pode esperar da apresentação?
Já nos apresentamos em outra edição, no ano de 2014, onde foi SENSACIONAL. O convite surgiu através do interesse dos contratantes que ficaram felizes e satisfeitos com a apresentação citada acima. Este ano o PÚBLICO pode esperar um STRINGS mais experiente e cheio de novidades.

Victor Hugo Cavalcante: Qual foi o lugar mais incrível que vocês tocaram? Porque?
Foram vários lugares, Beats Patos uma das maiores festas eletrônicas do estado de Minas Gerais, a Festa do TIM, edição Rio Verde.GO considerada uma das maiores festas do Brasil, o Caldas Country, um dos maiores eventos do estado de Goiás, o Viva La Vida, considerado um dos melhores weekend do estado de São Paulo, entre outros.

Mas o que ficou marcado até agora em nossa carreira foi a nossa apresentação no palco principal da Festa do Peão de Barretos, o famoso ''BARRETÃO''. Foi uma sensação inexplicável tocar para 50 mil pessoas e pisar no palco em que tanto outros cantores de referência mundial pisaram.

Victor Hugo Cavalcante: Vocês já tocaram no exterior?Ainda não tocamos, mas isso é uma meta do projeto a ser conquistada.

Victor Hugo Cavalcante: De bandas/Dj's que tocam quais vocês pegaram influência?
O Strings tem como característica trazer como referência bandas de Rock N Roll como Nirvana, Bon Jovi, Red Hot Chili Peppers, Guns N' Roses e DJ'S consagrados como David Guetta, Martin Garrix, Dimitri Vegas e Like Mike, Calvin Harris, Afrojack e outros.

Victor Hugo Cavalcante: Os sets de vocês têm algum Mashup ou remix que vocês fazem? E onde vocês postam?
O set do Strings basicamente é todo composto por Mashup, todo mundo pode encontrar nossas músicas e Set's em nosso soundcloud, é só entrar no site

Victor Hugo Cavalcante: O que cada música escolhida para a criação dos Mashups podem dizer do gosto musical de cada um dos integrantes?
Basicamente se pode dizer que em cada música apresentada, o gosto musical do Gustavo Chapina vem com as melodias, os vocais de rock, e o Marco Marangoni vem a escolha das melhores musicas eletrônicas, ou do melhor Drop.

sábado, 27 de agosto de 2016

Coletivo Atlas: Liberdade e Revolta


Cada dia que se passa, mais os ideais libertarianistas vêm ganhando espaço no Brasil, graças á uma caótica e imoral política feita pelo Estado. Um dos grupos que divulgam tais ideias libertárias são o Coletivo Atlas, criado há 9 meses por Caio Henrique Quinterno (19), Gabriel Roriz (20), Gregório Porto (18), Gustavo Lopes (23), Heloíza Bonilla (17), Marcos Iago Guerra (18) e Marcos Vinícius Paulino (21), conheça mais um pouco do surgimento e das ideias do coletivo:


Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente muito obrigado por nos conceder esta entrevista e gostaria de começar perguntando: Quando e de onde saiu a ideia da criação de um coletivo que propagassem o ideal libertário?
Coletivo Atlas: O Coletivo Atlas surgiu depois de um grupo de discussão que nós criamos para debater e conversar sobre política, pois a maioria de nós estudávamos no Instituto Federal de Goiás - Câmpus Luziânia, onde nós nos deparávamos com membros da UJS (União da Juventude Socialista) e professores comunistas, que com frequência espalhavam mentiras e apoiavam ano após ano a greve dos servidores dos IFs, algo que nós alunos ficávamos revoltados. Então passamos a estudar e consumir artigos e livros que divulgavam os ideais de liberdade, e vimos a necessidade de mostrar aos outros alunos que não havia apenas direita e esquerda, mas sim uma ideologia que exaltasse a liberdade do indivíduo, como soberano de si mesmo e nunca sobre outro, exatamente o oposto de todas as ideologias de esquerda e direita.

Victor Hugo Cavalcante: Qual a diferença entre vocês e outros divulgadores do idealismo libertário, tal como a ILISP - Instituto Liberal de São Paulo?
Embora nós tenhamos o mesmo objetivo, a maior diferença entre nós e o ILISP, ILCO - Instituto Liberal do Centro Oeste e outros grupos, é que nós focamos na esfera local, tentando mudar de alguma forma o cenário da nossa cidade, com apresentações de temas e debates por nossos diretores e convidados a cada 15 dias e eventos socioculturais, como a Feira de Livros e a 1ª Conferência Pela Liberdade. Ainda temos muito o que fazer, e isso tudo é só o começo de algo que pode vir a mudar uma cidade, e quem sabe uma região.

Victor Hugo Cavalcante: O nome coletivo pode remeter a duas ideias iguais, mas ao mesmo tempo opostas, a primeira ideia é que Coletivo remete a união de um grupo, a segunda tem um significado mais sociológico que diz que o coletivismo é qualquer perspectiva filosófica, política, religiosa, econômica ou social que enfatiza a interdependência de todos os seres humanos. Afinal, para alguns seria hipocrisia falar em coletivo/coletivismo e ao mesmo tempo pregar o individualismo, uma das principais ideias do libertarianismo. Como vocês rebatem esta critica?

Nós colocamos Coletivo porque nós visamos apenas o lado da livre associação dos indivíduos e formação de um grupo comum. Poderíamos nos chamar Grupo Atlas ou Clube Atlas que a ideia seria a mesma, de indivíduos que se reuniram em prol de algo, no nosso caso a divulgação dos ideais de liberdade. Embora a palavra Coletivo esteja sim associada ao esquerdismo para a maioria das pessoas, nós não adotamos ou possuímos qualquer ligação com esse ponto de vista.

Victor Hugo Cavalcante: Porque em um país completamente caótico politicamente falando, é cada vez mais importante falar sobre os ideais do libertarianismo?
Porque o libertarianismo nada mais é do que uma filosofia que exalta as liberdades individuais, e em um país que o governo quer controlar até mesmo o quanto você pode receber, o que pode consumir, o que pode ou não pode fazer, é imprescindível que existam pessoas lutando por seus direitos e os direitos do próximo também. Assim como disse Voltaire, nós podemos até discordar de você, mas sempre defenderemos o seu direito de falar e se manifestar. 

Victor Hugo Cavalcante: Uma critica ao libertarianismo é a crença sobre a meritocracia, qual para vocês é a forma mais inteligente de defende-la? Porque?
A meritocracia hoje é interpretada como um monstro, mas isso se deve à má interpretação do conceito que não possui nada de absurdo. Acredita-se que meritocracia é a recompensa proporcional ao esforço individual sobre o trabalho, como por exemplo, acordar todo dia para ir trabalhar às cinco horas da manhã, não almoçar e voltar pra casa apenas às sete horas da noite, o que não é verdade. Meritocracia é o reconhecimento do quanto seu trabalho teve importância em uma comunidade, seja ela local, regional, continental ou global. Ou seja, o que realmente importa não é o esforço que você colocou no seu produto, e sim o quanto aquele produto é relevante para o mercado. Se ele for relevante, isto é, a demanda for alta, logo você irá lucrar bastante por ter prestado um bom serviço ou disponibilizado um bom produto. É um conceito muito simples e fácil de entender, muitas vezes deformado e apresentado como um grande vilão para os esquerdistas, que repassam para os novos esquerdistas e a bola de neve só vai aumentando. Uma de nossas brigas é desmascarar essas falácias e apresentar no que de fato consiste o libertarianismo.

Victor Hugo Cavalcante: O libertarianismo se divide entre três vertentes, o liberalismo, o minarquismo e o anarco-capitalismo, vocês pregam qual tipo de ideal, ou seria apenas a pregação do libertarianismo puro?
Por termos uma diretoria com vários membros, não possuímos uma posição definida no espectro político do libertarianismo. Dois dos nossos membros são conservadores, eu (Gregório Porto) sou minarquista e todos os outros são anarcocapitalistas, por exemplo. Embora discordamos em alguns assuntos, o nosso objetivo é o mesmo e a amizade também, que veio muito antes de nos juntarmos para criar o Atlas.

Victor Hugo Cavalcante: Quais autores e linhas de pensamentos libertários o coletivo segue? Porque?
Nós nos identificamos com vários autores, de Frédéric Bastiat a Hans Hermann Hoppe. Todos os que estão na linha de pensamento libertária nós consideramos algum aspecto importante que tenha defendido, pois não há nenhum filósofo ou economista em que se aproveita ou descarta tudo o que ele diz. Tentamos absorver o máximo de conhecimento possível, e passar da forma que interpretamos, pois mesmo tendo autores favoritos, o nosso senso crítico não se abstém em momento algum.

Victor Hugo Cavalcante: Vocês acreditam que com toda a sujeira que estamos passando na política brasileira, desde Aécio, Dilma/Lula, Cunha e etc mencionados no Petrolão, é uma forma de trazer mais pessoas contra o Estado, e uma forma do povo enfim virar adepto a anarquia ou minarquia? Porque?
Com toda a certeza. O caos político e social que o país vive nada mais é do que a prova cabal de um sistema falho e explorador. Tirando os partidários, o brasileiro em geral não tem esperança de que o país vá melhorar com político X ou Y, e sim o que irá roubar menos e fazer uma gestão que não seja tão ruim. Uma brincadeira bastante conhecida entre nós não-esquerdistas, é que nunca se formou tanto conservador e libertário quanto no governo Dilma, pois as políticas econômicas e a série de escândalos envolvendo os políticos e seus partidos revoltaram tanto que levaram milhões de pessoas às ruas do país e a procurar outras formas de administração e não-administração também.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Acontece: Ocupação Cultural em Votuporanga

Banner cedido pela assessoria do evento

A segunda edição do Mova - Movimento Votuporanga das Artes acontecerá na Praça 31 de Março no Bairro da Estação.


Na segunda edição do evento, os coletivos e artistas locais irão ocupar a praça Trinta e Um de Março, no bairro da Estação Ferroviária de Votuporanga - SP. A programação terá inicio às 14h e conta com exposições, Yoga, música, dança, Slackline, resgate de brincadeiras, espetáculos, debates, entre outras ações de cunho cultural e artístico, estabelecendo conexão e diálogo direto com todas as vertentes das artes.

O Mova, movimento independente que tem como missão ocupar o espaço público com arte e descentralizar a cultura para promover e facilitar o acesso da população ao produto cultural gerado por artistas locais, surgiu com a união de coletivos culturais da cidade de Votuporanga - SP.

Para Ticko Bboy, dançarino e um dos idealizadores do movimento, "a ocupação é uma forma de revelar lugares esquecidos da cidade e vertentes das artes que não dialogam, é um de ponto de encontro das artes".
Foto cedida pela Assessoria/César Ryugo


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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A beleza através de uma lente


Dizem por aí que idade não significa nada, e também dizem por aí que é na juventude que demonstramos o mais belo sentimento que há dentro de nós, em diversos tipos de arte, seja escrita ou visual, como é o caso da fotografia, e não é que o maior exemplo disso mora bem pertinho da gente? Ela é de Bauru, tem apenas 16 anos, e tira as mais belas e fantásticas fotos, é claro que estamos falando da Gabriela Maximino, ela conversou com a gente sobre sua arte, confira:


Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente muito obrigado por nos conceder essa entrevista e gostaria de começar perguntando: Como começou a relação fotografias e Gabriela Maximino? O que cada fotos tiradas por você pode dizer do teu jeito de ser e agir?
Gabriela Maximino: Queria agradecer a vocês por essa oportunidade de entrevista. Eu comecei a me interessar pelo mundo da fotografia aos 10 anos, quando peguei uma câmera antiga da minha mãe e sai pela fazenda de minha avó para fotografar folhas e flores depois de uma chuva. A fotografia sempre me encantou e me cativou. A cada foto que eu tiro, eu tento colocar meu sentimento nela, minha visão de mundo e a minha maneira de agir. Posso dizer, que cada foto minha carrega um pouco de mim e do meu jeito de ser. A fotografia me deu uma nova visão de tudo que está a minha volta, e eu atribuo uma grande importância a ela. O que seria da história e de acontecimentos sem as fotos para mostra e contar um pouco? A fotografia tem o poder de comover, encantar, chocar e transmitir um mundo em miniatura. Ela tem o poder de congelar e eternizar momentos, de guardar sorrisos, lágrimas, olhares, saudades, sentimentos, pessoas.

Victor Hugo Cavalcante: Qual a maior dificuldade que você encontra na carreira de fotógrafa? A internet mais ajuda ou atrapalha na divulgação de seu trabalho? Em relação á direitos autorais, suas fotos tem alguma marca d'água?
Acredito que a maior dificuldade no mundo da fotografia é a banalização acerca do trabalho de um fotógrafo. Nos dias de hoje quem não tem um celular para tirar fotos a todo momento? Com isso, muitas vezes as pessoas não dão tanto valor a essa arte. No entanto, a internet ajuda muito na divulgação, no reconhecimento e exposição de meu trabalho, as pessoas entram mais em contato com ele e podem expressar suas opiniões e críticas. Em relação aos direitos autorais eu coloco marca d’agua com o meu nome nas fotos.

Victor Hugo Cavalcante: Apesar de trabalhar em diversos temas fotográficos, cada pessoa curte e abusa, quando possível, de fotografar um tema especial, por isso não podemos deixar te perguntar, o que vocês mais gostam de fotografar? Porque?
O que eu mais gosto de fotografar são pessoas. Eu amo captar suas expressões e suas histórias, mostrar a realidade. E assim, transmitir a emoção com minhas fotos, tocar o telespectador para que ele possa entender e sentir o que aquela fotografia esta retratando. E fotografar pessoas me proporciona isso.

Victor Hugo Cavalcante: Você participa de algum Workshop de Fotografia? Qual o segredo de saber tirar uma boa fotografia?
Atualmente não estou participando de nenhum Workshop de fotografia, mas são muito interessantes sempre. Não há segredo para tirar uma boa foto, não é necessário um equipamento de última geração, a fotografia é uma arte, e precisa ser praticada, estudada e desenvolvida. É claro que algumas pessoas aprendem e pegam técnicas mais rápido que outras, que tem mais habilidade, mas acredito que todos possam fazer.

Victor Hugo Cavalcante: Nas fotos com modelos, pra você o que fala mais alto na emoção de uma foto? Espontaneidade ou pose? E o quanto de Gabriela tem nessas fotos? E o quanto de modelos/clientes tem nas fotos?
Gosto muito mais de uma foto espontânea do que uma pose forçada, mas isso vai de pessoa para pessoa. Eu sempre busco a melhor oportunidade para eternizar o melhor daquele momento, sempre colocando minha paixão nisso. Quando eu vou desenvolver um trabalho com um cliente, vai ter um pouco dele e um pouco de mim nas fotos, sempre vamos conversando e entrando em um acordo para fazer um trabalho melhor.

Acontece: Rotaract visita Lar dos Idosos

No sábado (20/08), o Rotaract Club de Ouroeste, realizou a ação de visita ao Lar dos Idosos de Populina.


Comemorando o mês de Agosto, mês do DQA (Direção de Quadro Associativo), os convidados á participarem do clube, foram levados para presenciar a emoção que é participar de projetos no Rotaract. No local da ação foi feito um café da tarde com os idosos, bingo e entrega de brindes. Segundo os diretores de Imagem Pública do clube, Bruno Oliveira, 19, e Amanda Oliveira, 22, "Foi uma tarde muito especial onde não só oferecemos, mas também recebemos um carinho imenso dos idosos e colaboradores ali presentes."

Clipe de fotos/vídeo:



Vídeo reprodução: Cedido pelo clube