segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Mudei por mim, não por você!

Foto reprodução: Google
Eu sempre amei escrever. Foi a forma que encontrei de colocar meus medos, angústias, sonhos, desejos, pertubações para fora da minha mente. 
Várias pessoas próximas pessoas começaram a me perguntar quando me tornei a pessoa que escreve esses textos hoje. Sempre escrevi sobre o amor verdadeiro, sobre a importância de encontrar alguém pra vida toda e sobre coisas assim. 
Hoje, escrevo sobre a importância de se valorizar e se não se inferiorizar por ninguém. Hoje, escrevo sobre a importância de se sentir bem, de não se submeter às imposições de nenhum homem e nem de nenhuma pessoa. Hoje, escrevo sobre correr atrás dos meus sonhos e nunca desistir deles.
Então, vieram me perguntar se passei a escrever sobre isso por sua causa. Sim e não!
Foi você, que quando não me deu valor, me fez perceber que eu merecia alguém melhor, então sim. Escrevo sobre se valorizar por sua causa. Mas também foi você que, quando me disse que eu tinha todo potencial pra conseguir uma bolsa de estudos na Europa, me fez escrever sobre lutar pelos meus sonhos. 
Mas vamos deixar uma coisa muito clara: Eu mudei! E não foi por você, foi por mim!
Aprendi que nunca somos a mesma pessoa depois que outra cruza nosso caminho. Tive muitos baques por sua causa. Me feri por sua causa. Digamos que parei minha vida, por sua causa.
Tive um choro contido na garganta durante meses, por sua causa. E por mais que seja clichê (e sim, sei que é), achei que você mudaria e se tornaria uma pessoa diferente. A pessoa que eu imaginava que você fosse.
Doce ilusão. Senti tanta raiva de você depois daquele conturbado fim que, nem explodindo sua testa com um tiro, acho que minha raiva passaria. 
Mas não é que passou! 
E só depois que isso passa (pode demorar um pouco, mas passa) e que eu comecei a perceber que sim, eu tinha mudado. Não vou entrar em mais um clichê e dizer que cresci depois que você foi embora.
Mas a sua partida me fez amadurecer. Me fez aprender a lidar com a perda. a curar feridas, a conviver com as cicatrizes. 
Eu mudei. Passei a enxergar o mundo de uma nova forma. Não acreditar tão depressa nas pessoas, a perceber quando a pessoa é apenas um lobo em pele de cordeiro, a lidar com o super ego de algumas pessoas (como o seu, por exemplo). Aprendi até a ter paciência (isso foi quase um milagre).
Mas também aprendi a enxergar beleza, onde, às vezes, só via horror. Passei a ver algumas pessoas de forma diferente, de uma forma mais agradável. Passei a ser mais paciente e não achar que o mundo é totalmente cruel, só porque uma pessoa foi super cruel comigo.
Deixei de julgar os outros por sua palavras. Passei a prestar mais atenção nas atitudes e aí sim, por causa delas, percebi o quanto o ser humano pode ser bom ou ruim. 
Não vou lhe dizer obrigado por ter aberto meus olhos para algumas coisas. Vou apenas lhe dizer que você me ajudou a enxergar de uma maneira diferente. 
Sim, eu mudei. E foi por mim, não por você! 

domingo, 4 de dezembro de 2016

Fabrícia Dias: O Fenômeno sertanejo

Foto reprodução: Fanpage Fabrícia Dias/Laura Lima

Dizem que um fruto nunca cai longe do pé responsável. E talvez esse ditado nos ajude a entender o fenômeno Fabrícia Dias, que vem fazendo um grande sucesso com seu jeito de ser e de (en)cantar no mundo sertanejo, conheça um pouco mais da jalense (Nascida e criada em Ap. do Taboado):


Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente muito obrigado por nos conceder esta entrevista, e gostaria de começar perguntando quando começou a relação entre Música e Fabrícia Dias?
Fabrícia Dias: 
Eu que agradeço pelo convite ,pra mim está sendo um prazer. Minha relação com a música começou ao nascer, de uma família circense e cheia de raízes músicas... Sou neta de um dos maiores compositores do Brasil Vicente Dias e nasci e cresci ouvindo minhas tias Rosimar e Rosicler, enfim ta no sangue mesmo. Praticamente todos meus familiares são artistas (tem cantores compositores músicos trapezista e por ai vai). (Risos)

Victor Hugo Cavalcante: Quantos álbuns você tem?
O álbum Pra te esquecer será meu primeiro CD.

Victor Hugo Cavalcante: Qual é a sua musica preferida do teu trabalho musical? Por quê?
Pra te esquecer é o meu preferido porque eu que a escrevi e vivi essa história, (Risos) e creio que muitas pessoas que já viveram algo assim também se identificarão.

Victor Hugo Cavalcante: O que cada música sua pode dizer de Fabrícia Dias e do seu jeito de ser e agir?
Eu escolhi a dedo meu repertório, Estou junto de tudo que está  sendo feito pois algumas composições são  minhas e me identifico muito com as letras e melodias. Sou muito transparente uma mulher normal igual a todas, que vivem emoções, sofrem por amor, enche a cara de vez em quando, (Risos) enfim meu CD se identifica muito com a vida das pessoas e também está ao meu gosto. E espero que muitos se identifiquem com minhas canções e gostem também .

Victor Hugo Cavalcante: Segundo informações concedidas você nasceu e se criou em Ap. do Taboado – MS, mas atualmente mora na cidade de Jales do interior de SP, sua carreira começou em qual cidade? Para você há alguma diferença entre o gênero sertanejo paulista e o sertanejo sul-mato-grossense?
Minha carreira começou na minha cidade que amo Aparecida do Taboado. Bom na minha opinião não há diferença  pois o sertanejo universitário tomou conta foi do país todo e o sertanejo raiz contínua vivo também de geração em geração. Então digo que sertanejo é sertanejo e o Brasil o abraçou seja raiz ou universitário... Que pra mim esses estilos hoje andam lado a lado interligados.

Victor Hugo Cavalcante: Quais são as suas principais influências musicais?
Os principais são  da minha família que sou fã (Rosimar e Rosicler Alex e Rodrigo) Que ouvia na infância. Também Christian e Ralf, Patrícia e Adriana, Marcos e Belutti, Simone e Sumária entre muitos outros.

Victor Hugo Cavalcante: O ano já está perto do fim, faltando apenas um mês para 2017, então lá vai uma pergunta um tanto quanto clichê: Quais as novidades para o próximo ano e o que você espera para 2017 em relação á sua carreira?
Lanço meu CD nesse novo ano de 2017 e espero que seja bem aceito pelo nosso Brasil a fora. E com isso fazer bastante shows levando alegria aos corações das pessoas através das minhas músicas.

Victor Hugo Cavalcante: Você lançou recentemente o clipe oficial da música Pra te esquecer produzido por Redpixfilmes, o que você achou da produção desde o início de gravações? O que achou do resultado? É o seu primeiro clipe? Qual o feedback de seus fãs pelo clipe?
O clipe da música Pra te esquecer é meu primeiro, onde canto e interpreto a história da música. Não foi fácil pra mim não.(risos) Mas fiz com muito carinho, esforço e dedicação. Gostei sim do resultado por ser o primeiro e pretendo fazer outros tentando aprimorar cada vez mais. O público que assistiu me enviaram mensagens parabenizando e todos disseram que gostaram muito, só que os mais íntimos me disseram que eu estava gordinha, mas gente sou cantora não modelo, porém acabei entrando num regime básico. (Risos).

Música: Pra te esquecer
Cantora: Fabricia Dias
Produção Musical: Aucélio Martins
Gravadora: Dias Gravações
Atores: Lilian e Alessandro
Cabelo e Maquiagem: Walber Saraiva e Edu Like
Produtora: RedPix Filmes

Macaco Cego: A beleza que não se vê por aí

Imagem reprodução: Fanpage Macaco Cego

O que O Rock, Samba Rock, Reggae e Rap tem em comum? Bem, digamos que é a mistura perfeita de gêneros musicais para a banda Itajubense Macaco Cego, formada por Samuel Mohallem, 27, compositor, vocal/violão, Wagner Andrade, 29, baterista, Eduardo Gonfer, 30, guitarrista e Rogério Martins, 30, baixista, confira um pouco sobre essa curiosa banda:


Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente muito obrigado por nos conceder esta entrevista, e gostaria de começar perguntando, o nome da banda é Macaco Cego, por quê?
Macaco Cego/Samuel:
Nós que agradecemos pelo espaço! É um prazer poder falar um pouco sobre nosso trabalho.

Macaco Cego foi uma brincadeira, um apelido dado ao nosso vocalista que já era chamado de Macaco. Porém, quando começou a usar óculos, virou o Macaco Cego. Foi um apelido que não pegou, porém ao buscarem um nome para o trabalho esse apelido veio em mente e todos os integrantes acharam legal.

Victor Hugo Cavalcante: A banda foi idealizada originalmente em 2010, mas somente criou forma 4 anos depois, por que?
Em 2010 eu mostrei minhas composições para o nosso guitarrista Eduardo, que na época era meu professor de violão. Ele gostou e sugeriu de criarmos um trabalho. Começamos a ensaiar, criar coisas novas, porém apenas por diversão dentro do estúdio. Entre encontros e desencontros fui amadurecendo na vida artística, conhecendo melhor o instrumento, minha voz, o palco, foi quando em 2014 sugeri de criarmos um nome e arriscar um financiamento coletivo para gravar algumas de nossas músicas. Acredito que essa demora se deu principalmente pela necessidade de amadurecimento principalmente meu (Samuel), que não tinha muita familiaridade com a música.

Victor Hugo Cavalcante: Quantas músicas vocês possuem? E Ep's? Quais os nomes das músicas e dos álbuns?
Hoje possuímos nove músicas disponíveis na internet. Seis delas compõem nosso único EP - Evolução do Pensamento, financiado coletivamente pela plataforma Catarse.me e as outras são singles.


1 - Eu só queria encontrar você

2 - Toda diferença

3 - Sal

4 - Segunda-feira

5 - Coragem

6 - Quem vai dizer?

Singles

1 - Socorro

2 - Lições

3 - Segura Minha Mão


Victor Hugo Cavalcante: A primeira apresentação da banda foi no FICA 2014 (Festival Itajubense de Cultura e Arte), o quanto tal apresentação rendeu para a banda e seu trabalho?
Acredito que o FICA, pela estrutura que teve e por ter sido logo no lançamento de nosso EP, nos ajudou a mostrar ao público quem éramos e também mostrar a nós mesmos que tínhamos potencial para algo maior. Foi um marco para a banda.

Victor Hugo Cavalcante: Vocês levaram o 1° Lugar no Festival SESI MÚSICA 2014 na categoria Música Inédita. A música em questão é Segunda Feira, afinal da onde surgiu a ideia de criação da letra dessa música?
Isso, esse prêmio foi um reconhecimento incrível. Em meio à 180 participantes levar o primeiro lugar e poder apresentar para um teatro com mais de mil pessoas foi uma honra. Escrevi essa música no trabalho, numa segunda-feira, daquelas bem sofridas e cansativas. Bateu inspiração justamente pela sensação do dia e eu passei o dia trabalhando e escrevendo trechos. No fim do dia cheguei em casa já com as ideias, peguei o violão e fechei os detalhes. Acredito que a aceitação pelo público tem muito a ver com uma sensação que é comum a todo trabalhador. A sensação da vida se esvaindo, do tempo passando, dos sonhos sendo enterrados. Porém uma forma que acredito de se combater essa sensação é ‘muito amor, muita fé’ conforme digo na música. Isso é combustível pra seguir em frente.

Victor Hugo Cavalcante: Segundo consta na Biografia da banda em seu site, cada integrante possui a sua vivência na música, sendo que o vocalista Samuel Mohallem possui o projeto de som de barzinho atuando em Itajubá e região, o Edu Gonfer (Guitarra) atua como músico, professor e produtor de eventos e foi fundador do Gonfer Instituto de Música, além disso está produzindo seu primeiro CD instrumental. Já o batera Wagner Andrade atua em diversos Workshops, Master Class, Open Class e Recitais e o baixista Rogério Martins, é compositor, arranjador e professor, afinal essas diferentes formas de vivências musicais influenciam ou se complementam no trabalho da banda e na maneira de cada integrante ser e agir, ou não, uma coisa é diferente da outra?
Acredito que essas vivências possuem seus prós e contras. O ponto positivo é que temos qualidade musical diferenciada e certo tempo individual de estrada. O conhecimento e habilidade de cada integrante são indispensáveis na criação de uma música ou de uma apresentação. Outro ponto extremamente positivo é o fato de todos já terem passado por experiências com diversas bandas. Essa experiência nos torna mais maleáveis evitando desentendimentos desnecessários.

Os contras, sem dúvidas, se refletem nas agendas. Tanto trabalhos rolando paralelamente muitas vezes não nos deixam dar o foco requerido por uma banda que quer crescer. Porém é algo que temos contornado na medida do possível para manter os trabalhos rolando.

Victor Hugo Cavalcante: Quais são as principais influências musicais da banda?
Nosso vocalista cresceu fascinado pelo Rap, letras bem trabalhadas, mensagens relevantes. Porém ao ingressar na música se interessou por mais estilos e hoje busca inspiração em diversos artistas como: Rael, Natiruts, 3030, Nando Reis, Capital Inicial, Danni Distler, etc.

Victor Hugo Cavalcante: O ano já está perto do fim, faltando apenas 2 meses para 2017, então lá vai uma pergunta um tanto quanto clichê: Quais as novidades para o próximo ano e o que a banda espera para 2017 em relação á sua carreira?
Bom, planejamos lançar mais um single ainda esse ano pra fechar com chave de ouro. Para o ano que vem já temos duas músicas engatilhadas e temos novos projetos em mente para estabelecer um público bacana na nossa região. Com modelos acústicos de fácil estrutura. A ideia é nos aproximarmos do público e entende-lo melhor para caminharmos juntos.

Outra novidade bem legal é a nossa linha de produtos, que hoje conta com alguns modelos de camisetas, bonés, canecas, etc, que são além de uma forma de estarmos ‘perto’ do público, são uma fonte de renda para nos ajudar no andamento da banda.

Estamos otimistas. Sabemos que o mundo da música exige muito trabalho e persistência e que o sucesso é a caminhada e não a linha de chegada. 2017 promete e nós continuaremos caminhando!

Música: Eu só queria encontrar você
Banda: Macaco Cego
EP: Evolução dp Pensamento

Aconteceu: Festa e Samba na Unifev

Foto reprodução: Cedida pela assessoria da instituição

Alunos de algumas classes do ensino fundamental do Colégio Unifev comemoraram encerramento do ano letivo; Evento foi marcado por apresentações de dança, música e jogral.


Os alunos do 1º ao 5º ano do Colégio Unifev comemoraram, na noite desta quinta-feira (dia 1º), o encerramento do ano letivo de 2016. O evento, que foi uma grande festa no Centro de Convenções “Nelson Camargo”, teve como tema os 100 Anos do Samba, ritmo brasileiro símbolo do Carnaval - uma das principais manifestações culturais do País.

Na ocasião, foram apresentadas danças, canções e jograis, que abordaram a história do gênero musical. Entre os destaques da noite, os estudantes do 4º ano cantaram Trem das onze, samba célebre criado por Adoniram Barbosa e popularizado pelo grupo Demônios da Garoa.

De acordo com a diretora do Colégio, Profª. Esp. Terezinha Joana de Carvalho Amaral, a comemoração superou as expectativas de toda equipe pela dedicação das crianças. “Confesso que me emocionei com as apresentações e vejo que nossos alunos são joias preciosas. Fiquei muito contente em ter o auditório lotado de pais, mães e familiares que prestigiaram a festa”, contou.

Ao final do evento, a plateia ainda foi surpreendida por uma apresentação do antigo grupo de samba local, chamado Por Acaso, que era formado por pais de alguns dos estudantes presentes. O reencontro rendeu muita música, alegria e lembranças dos velhos tempos.

Clipe de fotos


Produção audiovisual: Jornal Folkcomunicação/StayFilm
Fotos: UNIFEV - Assessoria de Imprensa

sábado, 3 de dezembro de 2016

O Homem - Geleia

Imagem reprodução: Youtube

Observação geral: há quem se creia sensível porque é capaz de chorar por coisas corriqueiras, porque se emociona com um vídeo de gatinhos, porque lacrimeja segurando a mão da namorada durante um filme romântico, coisas do tipo. Entre parte dos homens, essa capacidade molenga é ostentada como trunfo, superação, porque, historicamente, a imagem do homem é ligada à dureza. O sujeito tem a certeza de que é uma alma boa e sensível porque permite que seus sentimentos aflorem. Contudo, estupidificado por uma vida dada a mediocridades, é incapaz de contemplar a beleza onde ela realmente existe e persiste -- numa peça musical, numa obra de arte, num clássico literário, numa verdade. Arrepia-se e estremece com frases frívolas rimadas em um roquezinho, mas não possui a mais distante pista do que seja o belo de fato. No máximo, diz que "admira arte" ou "boa música" porque pega bem enquanto se sorve um "bom vinho", garante-lhe ar elevado, é chique. Mas não lhe exija distinções: sua admiração é para absolutamente tudo com o que as pessoas "normais" não estão acostumadas -- "Elas assistem novela; eu, séries e Almodóvar. Elas ouvem sertanejo e funk; eu, MPB, Chico, Caetano. Elas nem sabem o que é arte, não sabem apreciar um Sebastião Salgado, um Romero, uma Tarsila."

Esse homem -- chamemo-lo homem-geleia -- se acha muito superior ao restante por causa de seus gostos e dessa suposta sensibilidade, mas isso tudo, somado à relutância em não passar da epiderme de absolutamente nada, apenas revela que se trata de um fruto de casca mole e interior duro -- desprezível e descartável, portanto; como seus hábitos. É como uma semente de ingá: molenga e gosmenta por fora, dura e imprestável por dentro. E isso explica muito dos conflitos e dos dramas contemporâneos, do porquê mulheres (já tonteadas por progressismos baratos) não conseguem achar um "homem que preste". Esse homem, o "que preste", ao longo da História, sempre foi duro por fora, em suas reações aos perigos e às necessidades, em sua postura honrada, briosa e máscula; contudo, por dentro, saina expressá-lo ou não, é verdadeiramente sensível, flexível, de sentimentos realmente bons e elevados.

O homem-geleia se orgulha porque chora por fora, diferentemente dos brutos; mas, por dentro, o bruto -- e seco -- é ele. Já o homem aparentemente bruto ou insensível sabe que deve manter-se impávido colosso porque deve agir e reagir assertivamente, para fazer o que é preciso. Ante o perigo e a necessidade, o homem aparenta dureza porque sabe que deve fazer algo; e o sabe justamente porque é no seu interior que estão os verdadeiros sentimentos, que o motivam e o movem. Já o geleia, ante o perigo ou a necessidade, reage com toda sua sensibilidade superficial: chora e se desespera. Ademais, fica imóvel; se se mexe, é para correr, para fugir do compromisso, da responsabilidade. E, assim, os relacionamentos, as vocações, os projetos de vida, a caminhada na direção da Verdade, enfim, tudo que realmente importa e que deixa rastro não resiste, desmorona, dura pouco, porque pouca é a tenacidade e a consistência das almas geleiosas.
Foto reprodução:
Facebook


Colombo Mendes, 31 anos, 
é editor e escritor 

Aconteceu: Docente da UNIFEV conquista título de Mestre

Foto reprodução cedida pela assessoria da instituição


Pesquisa desenvolvida por Rafael F. Barufi analisou os efeitos de óleos essenciais no controle da antracnose em mamão papaia.


O docente da UNIFEV, Rafael Fontana Barufi teve, recentemente, sua dissertação de mestrado aprovada pelo Programa de Pós-Graduação da Unicastelo (Universidade Camilo Castelo Branco), campus Itaquera.

O artigo que recebeu o nome de Efeito de óleos essenciais no controle de antracnose em mamão papaia, a pesquisa analisou o uso dos produtos no tratamento de fungicidas orgânicos para a utilização em lavouras.


De acordo com o professor, o mestrado foi uma conquista fundamental, já que contribui e, muito, com o cotidiano acadêmico. “Estou muito feliz. Acredito que toda essa experiência colaborará com os planejamentos de conteúdos e atividades desenvolvidos em sala de aula. Durante todo o processo, tive o prazer de constatar a importância da metodologia de ensino, para a estruturação de um bom trabalho”, finalizou.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Acontece: Sonho de Natal em Votuporanga

Foto reprodução: Site da Associação

ACV sorteia carro e moto na campanha de Natal; O Papai Noel chegará de limousine no dia 12 de dezembro, data em que o comércio começa a atender em horário especial; carro e moto serão expostos em lojas da cidade.


A campanha Sonho de Natal da ACV – Associação Comercial de Votuporanga que começou nesta quinta-feira (1/12), segue até o dia 31 de dezembro. Neste período, quem comprar no comércio de Votuporanga receberá o cupom para concorrer a um carro Palio e a uma moto 0 km que serão sorteados no dia 3 de janeiro. A ação promocional foi apresentada nesta quarta-feira (30/11), no auditório da entidade, pelo membro da diretoria de marketing da entidade, Robson Galiás.

Os veículos ficarão expostos em várias empresas do comércio ao longo do mês. Os endereços foram sorteados entre os empresários participantes do evento de lançamento. Entre eles estarão a Unifev, Ótica Lis, Supermercado Santa Cruz, Poly Sport e A Joia.

Com a campanha, a associação busca fortalecer ainda mais o comércio, principalmente nesta época, considerada a mais importante para o setor. “É importante que todos os associados aproveitem a campanha da ACV para também promover o próprio negócio. É mais uma oportunidade para incentivar as vendas”, ressaltou o publicitário.

Em Votuporanga, as lojas funcionarão em horário especial de 12 a 26 de dezembro. Dos dias 12 a 16 e 19 a 23, o funcionamento será das 9 às 22 horas. Nos três sábados do mês o atendimento também será estendido. Dia 10 e 17 das 9h às 18 e no dia 24 das 9h às 16h. Já no dia 26, será das 13 às 18 horas.

“Acreditamos que a campanha e o horário diferenciado são grandes incentivos para os nossos comerciantes, que também se preparam para esta época investindo em decoração e até mesmo na contratação de profissionais”, destacou o advogado e empresário Celso Penha Vasconcelos, presidente da ACV.