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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Os melhores momentos do futebol

Imagem reprodução Google

Nem só de lances e dribles fantásticos vivem o futebol arte. Nem apenas de profissionais o futebol é feito, ás vezes o impossível acontece o que nos permite ver o futebol por outros olhos, ou melhor dizendo pés.


Um gol azul vibrante

Fazer um gol diante uma torcida que grita e vibra deve ser sensacional não? Imagina a sensação, entrar no campo, ouvir os torcedores gritando e incentivando o time a vencer. Pois é se para nós isso não passa apenas de imaginações, para essa criança isso se torna realidade pura, e para que nunca se esqueça, o momento está marcado, com direito a comemoração do pequeno juntamente com a torcida azulada do Chelsea.


O craque canino

E mais uma vez o tabu foi quebrado no futebol, e o craque da vez foi um cãozinho (Isso mesmo, um cão!!!) e o animal como todo bom craque não largava de jeito nenhum a redondinha amada, eita fominha hein Arnaldo?


A estrela diferente

Todo jogador vive seu momento de glória no esporte futebolístico, e ás vezes o que chama a atenção além do estrelismo é o quanto o atleta tem um estilo, digamos, bem diferente. E digamos que numa goleada de 4X1 num jogo de Sulamericana o estrelismo sempre vai aparecer.


Torcer é ajudar ou torcer e ajudar?

Ás vezes o time que torcemos está jogando no nível Ibis ou Tabajara F.C tanto que apenas torcer e incentivar o time a conquista da vitória sonhada não adianta. Afinal, adianta somente torcer? Ou devemos fazer como este cara que além de torcer, invadiu o campo para ajudar o time de coração? Eis a questão.


Futebol nas alturas

Dizem que o futebol pode nos levar ás alturas se nosso time preferido vencer o jogo contra o rival, bem, digamos que um certo torcedor levou essa consideração ao pé da letra.


Perder faz parte

Ganhar um jogo para não ser rebaixado é bom, mas perder também faz parte. Embora isso seja triste para qualquer um, seja atleta ou torcedor, sempre temos que manter a cabeça erguida, e foi isso que essa criança foi lembrar o jogador, que dizem ser seu pai.


Um herói em campo

Muitas vezes chamamos aquele jogador que levou nosso time a grande vitória suada de herói. Mas, e quando entra um herói de verdade no campo? Foi isso mesmo que aconteceu, um cara anônimo (Ou quase!) que defendeu seu time mesmo sem ser jogador profissional de futebol. Confira a cara de pau do "zagueiro" craque.


Isto merece um prêmio (e uma comemoração)

Apesar do nome, este não será um post sobre um dos episódios de Chaves, mas sim uma postagem de comemoração, quebra de tabu e muito mais. Afinal, depois de 12 anos no mesmo time, fazer seu primeiro gol não é pra qualquer jogador. Viva Tony Hibbert, confira no replay.


São tantas emoções

Foram muitas homenagens, e minutos de silêncios que fica difícil pegar somente um para representar a grande solidariedade mundial que envolveu a cidade de Chapecó que esteve em luto graças a uma tragédia que aconteceu em 2016. Mas fica aqui no fim desse post os três melhores de uma homenagem emocionante.





sábado, 10 de junho de 2017

Jornal Folkcomunicação: O fim de uma era

Imagem reprodução: Google

Segundo o dramaturgo George Bernard Shaw " É impossível progredir sem mudança, e aqueles que não mudam suas mentes não podem mudar nada.". E é baseando-se nesta premissa que hoje infelizmente (Ou seria felizmente?!) que anunciamos o fim de uma era de 4 longos anos de lutas e vitórias. Eu, como editor chefe do Folk sempre me lembrarei com carinho das tantas entrevistas e matérias que escrevi aqui na minha maior paixão. Quem diria que no meu segundo ano de faculdade, teria a ideia mais absurda que já tinha passado na minha cabeça. Criar um blog de jornalismo? E, foi com ele que aprendi, e ainda aprendo na prática o verdadeiro significado de esforço e paixão. E é com muita felicidade que agradeço aos meus pais, que sempre me apoiaram nesta fase, aos seguidores deste nobre blog, por cada comunicador social e artista que já passou em meu blog. Cada um de vocês foram mais do que especiais para mim neste quatro anos.

Mas, ás vezes mudar é preciso, ainda mais se for para melhor, e é justamente isto que estamos fazendo. Embora estejamos acabando a era Blogger, uma nova era vem começando em minha cabeça desde ontem, e na internet também. Um novo Jornal Folkcomunicação está surgindo, muito mais elaborado e profissional, mas é claro sem esquecer o que verdadeiramente nos tornou em gigantes de uma era independente. Só nos resta agradecer por cada visualização e apoio!!! Então nosso mais estimado

Imagem reprodução: Google

segunda-feira, 5 de junho de 2017

TopList: charges de MR

Logo reprodução: Site Oficial


Pra quem acompanha o site de charges do chargista Maurício Ricardo e sua equipe de profissionais, escolher as melhores charges é difícil, para facilitar o nosso trabalho resolvemos citar as séries de charges mais aclamadas em nosso conceito. Confere aí a toplist e venha discutir sua opinião conosco.


3) Série Só Levando

Imagem reprodução: Google

Numa amostra do cotidiano da classe baixa a procura da sobrevivência e do ganho de seu pão, a família mais azarada de todas, e também a mais batalhadora não poderia ficar de fora, afinal quem nunca deu risadas das trapalhadas do patriarca Bezerra, que sempre tenta ganhar uma grana extra (E falha miseravelmente?) ou da doce e dedicada (E que dedicação!!!) Suelen, que tenta angariar fundos dando assistência aos pobres, como profissional do ramo "medicinal", ou do sonho do "afrodescendente" mais branco do Brasil (E loiro!!!) Johan, filho dedicado de uma mãe que vive com seu pai num relacionamento aberto? Quem nunca se sentiu apreensivo com o chefão do tráfico Coisa Ruim e seu braço direito e suposto pai de Johan, Berinjela, ou sentiu pena do sofrimento da pobre Dona Geralda (tadinha da Dona Geralda!!!), ainda bem que de vez em quando (Ou de vez em nunca?) há um "guardião" para nos servir e proteger, como é o caso do Otôridade. Enfim, já teve e aconteceu de tudo nesta favela... Desde Lava Jato, vendas de caramelos azuis, falsos vampiros, lobisomens e churrasquinhos de gatos e até Barack Obama subiu no morro. Não é a toa que o Morro dos Lamentos vai parar na quinta posição deste TopList.

2 - Série crossover: Transando essa Transa

Imagem reprodução: Google

O que daria a mistura de um caipira que já foi ninja, uma família favelada, jovens a procura de zoação e pegação e um grande (?) jornalista? Só poderia dar confusão, certo? Pois é... Este crossover épico que reuniu Tonin, Só levando, Espinha e Fimose e Tobby sem sombra de dúvida conseguir seu lugar reservado na nossa toplist.

1 - Tonin

Imagem reprodução: Google

Ele já foi ninja, já fez pacto com o diabo Lúcifer "Ozzy", já foi fabricante de queijo kura (A arma mais poderosa capaz de vencer o maligno Vilano-San), e já voltou mas não foi, graças ao portal do tempo (Este último só ocês vendo pra entender!!!), viagem no tempo e espaço é complicado, ao contrário dos sentimentos da bondosa Damechana pelo Escolhido!!! Uma série que nos faz descobrir o verdadeiro poder do Amor do Zezé de Camargo e Luciano. O amor de uma mãe pela sua numerosa prole, por um irmão ninja gordo (Kaipiro) pelo "reitãozin" de seu irmão viajante do tempo. E, muito mais.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Como provar que eu existo

Imagem reprodução: Google

Se tudo isso fosse um sonho, só uma coisa eu ainda seria capaz de fazer, pensar coisas inexistentes.

Se tudo isso fosse uma ilusão e este meu corpo não existisse, ainda teria uma certeza, eu pensaria que o corpo é meu.

Se tudo isso fosse uma loucura, ainda que de modo peculiar eu ainda continuaria a imaginar.

Se eu fosse um programa de computador ainda assim eu faria coisas através de uma rede de comando, ou seja, usaria meu cérebro.

Se eu fosse uma memória, mesmo assim eu existiria, pois estaria revivendo minhas lembranças.

Se eu duvido da existência de tudo, não importa; duvidar prova que eu ainda penso.

Qual é minha conclusão?

Que eu ainda vivo, pois posso usar essa maravilha de pensamento.

*Inspirado em R. Descartes

sábado, 27 de maio de 2017

Um casamento perturbador

imagem reprodução: Google

O Ciberespaço é um lugar-maquina, conciliador de dois elementos extremamente importante, um é a tecnologia do virtual, outro a racionalidade do espaço.

Embora seja conciliador desses elementos, eles não são iguais.

O Ciberespaço é o casamento não tão perfeito entre a Srtª. Tecnologia Virtual e o Sr. Espaço Racional, onde o Ciberespaço é um espaço em que permite a racionalidade do espaço (Eu estou aqui!) e a virtualização tecnológica ( Eu estou "virtualmente" em vários lugares).

Porém cada um dos elementos possui suas falhas genéticas, a virtualização da tecnologia é a colaboradora da destruição de sentidos, não se sabe mais distinguir o real e o imaginário (porém não totalmente), enquanto a realidade do espaço é um local reciproco de informações.

Porém não necessariamente teríamos que pagar para termos informações fora do virtual (no espaço real, enquanto corporal), visto que absolutamente tudo é informação (códigos), desde o cheiro até o tato.

Somos computadores falantes recebendo sempre bits (informações) e o PC (cérebro) interpreta essa informação e transforma-a em realidade e assim como um computador conectado a internet, não recebe toda informação da net (sentidos), somente aquilo que ele foi programado pra receber ou aquilo que ele está sintonizando em determinado momento.

Por isso vivemos em um mundo como o mostrado no filme Tron, em que a realidade não é tangível.

Porque afinal, nada é real, tudo é virtual, nossos sentidos e sentimentos são só informações mandadas e controladas pela CPU do corpo humano (o cérebro), só existe o absoluto, que é o tudo.

A arte digital é talvez, a maior prova de que nada é real, pois são varias as possibilidade de se imaginar e criar o imaginável...

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Os videoclipes mais incríveis do mundo

Imagem reprodução: Arquivo

Todos têm um cantor/banda e músicas favoritos, seja qual estilo for. Mas, confessamos que independente de estilo, têm videoclipes que ficam eternizados na nossa memória. Então, que tal conferir este toplist dos videoclipes mais incríveis do mundo?


10 - Californication – Red Hot Chili Peppers

Uma música excepcional, com uma banda ainda mais excepcional merece um clipe ainda mais fantástico certo? Pois é, e é por isso que a música Californication da Red Hot merece estar entre os mais incríveis videoclipes já feitos. Afinal, num clipe em que cada um dos integrantes recebe sua versão digital e participam de diferentes tipos de jogos. Temos certeza de que se o jogo do clipe existisse, muitos iriam querer jogar.

 
9 - Hurts Like Heaven – Coldplay

Um dos clipes mais fantásticos por mim já visto, Hurts Like Heaven faz parte do álbum Mylo Xyloto do Coldplay. E por que é tão fantástico? Porque ele nos faz nos sentir como leitor de uma História em Quadrinhos de ficção científica, o videoclipe é tão perfeito que a banda britânica investiu em um quadrinho adaptado do álbum homônimo Mylo Xyloto.


8 - Basket Case – Green Day

Na minha juventude, essa com certeza era a música que mais gostava do Green Day, grande parcela por causa do videoclipe dela. Basket Case meio que resumia a suposta loucura dentro de mim.


7 - Máscara – Pitty

Se grande parte dos clipes que estão aqui foram apresentados para mim durante a adolescência, a música Máscara e seu videoclipe se apresentou durante minha caminhada na faculdade. E desde então... Bem, esta arte da Pitty é o meu sétimo clipe favorito.


6 - Thriller – Michael Jackson

Um dos clipes e música mais conhecida do rei do Pop, Michael Jackson merecia estar entre os 6 vídeoclipes mais fodas de todos, e é claro com sua música macabra Thriller, Afinal não é todo dia que pudemos ver um dos Jackson Five virar lobisomem e zumbi, certo?.


5 - I Want To Break Free – Queen

Freddie Mercury tornou-se célebre pelo seu poderoso tom de voz e suas performances energéticas que sempre envolviam a plateia, tendo sido considerado pela crítica como um dos maiores artistas de todos os tempos. E é por causa disto que I Want To Break Free está no quinto lugar de clipes mais incríveis que já vi.


4 - Ei Moleque – John Bala Jones

Tem clipes que dariam um ótimo filme, e digamos que o da música Ei Moleque da John Bala Jones é um desses casos. Confere o clipe aí...


3 - Alice – Avril Lavigne

A música perfeita para o filme perfeito de uma direção ainda mais perfeita. Filmes do Tim Burton são fantásticos, e merecem o que há de melhor para fazer uma trilha sonora de encantar até o mais duro crítico. E qual a melhor música para representar a história de Lewis Carrol, do que uma versão underground musical de Alice? Pois, Avril Lavigne nesta música e clipe fez mais do que o dever de casa.


2 - Suicídio – A Origem

Uma das melhores músicas do cenário rapper independente, sendo que o clipe não fica atrás... Uma música que muitos ouvem, mas poucos entendem. Eis Suicídio do grupo A Origem. Uma música que une pensamentos e trechos da música Tu és a verdade, Jesus do Rei Roberto Carlos


1 - Don't Cry – Guns N' Roses

Convenhamos que escolher um videoclipe fantástico e não falar de Guns é meio difícil, porém qual deles mereceria ficar neste toplist, já que todos são fantásticos? Bem, para mim em particular, pela letra e pelo clipe a Don't Cry é a grande vencedora da noite.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A espetacularização do “Eu” na internet: A tênue linha entre o público e o privado

Foto reprodução: Revista IstoÉ, 2013 nº 2300

Todos os dias me deparo com fotos e informações, que já se tornaram típicas, na minha timeline do Facebook: amigas na academia (sendo que a foto tem que ser postada sempre com uma frase de autoajuda ou motivação), check-ins em bares, cinemas, restaurantes, fotos em lugares paradisíacos. Peguei-me pensando: De onde vem essa necessidade constante que as pessoas têm de tornar pública a sua vida? Qual é o sentido de mostrar para o mundo a maneira que estão vivendo?
Essa necessidade de se mostrar, nada mais é, que um anseio ao reconhecimento ou, até mesmo, um alimento para o ego. A ensaísta e pesquisadora argentina,
Paula Sibilia, procura em seu livro O show do eu: A intimidade como espetáculo (2008), entender o porquê da crescente espetacularização dos indivíduos, revelando as suas intimidades tantos para conhecidos quanto para anônimos na internet, seja em textos, vídeos e/ou fotografias.
O livro é fruto da tese de doutorado da autora e discute sobre o “eu” sob diversas vertentes, como o eu narrador, o eu privado, o eu visível, o eu atual, o eu autor, o eu real, o eu personagem e o eu espetacular. Com o advento da internet e maior acesso às redes sociais, a possibilidade de embrenharmos virtualmente na vida das pessoas tornou-se algo rotineiro. Expor sentimentos, registrar ações, emoções, pensamentos e opiniões tornou-se algo totalmente comum na sociedade contemporânea.
Em sua pesquisa, Paula listou vários exemplos como os indivíduos encontram para se mostrar, seja em diários íntimos, como blogs ou no Second Life, seja através de webcams que transmitem continuamente a rotina de pessoas comuns, fotografias tornadas públicas de situações privadas, ou vídeos gravados que estão a todo momento sendo disponibilizados nas redes sociais. A autora afirma que toda essa espetacularização acabou por levar a transformações da subjetividade contemporânea e gerar discussões sobre questões como a visibilidade e a privacidade são percebidas na e pela internet. O limite entre público e privado se tornou uma linha tênue. Informações privadas podem acabar por se tornar públicas a qualquer momento, já que a internet possibilitou a criação de uma cultura de observação do outro e exposição de si mesmo.
Guy Debord (1997), em sua obra A sociedade do espetáculo cunhou a expressão “espetacularização do eu”, ao apontar que no século XX se iniciava um período de super exposição dos seres humanos: suas histórias e suas vivências. Com o advento da internet, essa espetacularização ganha contornos mais nítidos. Ao mesmo tempo, a internet se tornou um buraco negro, afinal, quando alguma coisa viraliza, é praticamente impossível deter o fluxo das informações. Com isso, deve-se repensar a privacidade nesses meios. Com quem compartilhar informações sobre si? E além disso, o  que as outras pessoas poderão fazer ao ter posse dessas informações? Essa é a grande questão do uso das redes sociais na atualidade.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

A difícil batalha pelo primeiro emprego!

Foto reprodução: Google

Escutei uma frase hoje que, confesso, me estressou muito: jovem não quer nada da vida.

Mas primeiro, me deixe explicar o contexto no qual essa frase está inserida:

Eu, assim como toda jovem que quer sair da casa dos pais e quer ser "dona do próprio nariz", estava deixando currículos pela cidade em que moro. Em todos os lugares era sempre a mesma coisa: "Oi, tudo bom? Então, vocês estão aceitando currículo? Que ótimo, vou deixar o meu então". Aí vinha a resposta: "Claro, estramos em contato com você". E lá ia eu pra outro lugar deixar mais um currículo.

Em determinado momento, parei em uma lanchonete pra tomar um suco e encontrei uma amiga. Começamos a conversar sobre uma festa que iremos juntas. E falando de vestido pra cá e maquiagem pra lá, uma senhora me faz o seguinte comentário: 'Aí, duas moças bonitas só querendo saber de farra. Deviam dar procurando emprego ao invés de ficarem dando trabalho para os pais".

Eu juro que eu só não retruquei porque minha mãe me deu uma educação muito boa e era uma senhora de 70 anos.

Então, como ela não sabia, eu estava/estou procurando emprego. Mas ela tem noção do quão difícil é entrar no mercado de trabalho?

Quando você acha uma coisa que gosta, a empresa exige um nível de conhecimento que você não possui. Quando encontra algo, o salário é baixíssimo. Porque é incrível como empresa acha que R$300 reais é muita coisa pra se pagar a alguém que saiu ou está terminando a graduação.

Reclamam que jovens não trabalham, mas exigem um candidato de nível altíssimo pro cargo. Quando querem que você trabalhe resolvem pagar R$300 por 40h semanais. Quase que uma exploração. Aí o que a gente faz: continua procurando emprego, andando pela cidade atrás de uma primeira oportunidade de mostrar sua capacidade e não receber pouco pelo trabalho que faz.

Quando à senhora que disse que jovem não quer nada da vida, eu venho lhe informar que eu quero sim. Quero trabalhar de carteira assinada, receber um salário que condiz com minha função e conseguir "ser dona do meu nariz".

Aos empresários que, eu não sei se lerão esse texto, fica meu pedido: Nos deem uma chance de provar nosso valor. Vocês podem se surpreender com o nosso potencial.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Mudei por mim, não por você!

Foto reprodução: Google
Eu sempre amei escrever. Foi a forma que encontrei de colocar meus medos, angústias, sonhos, desejos, pertubações para fora da minha mente. 
Várias pessoas próximas pessoas começaram a me perguntar quando me tornei a pessoa que escreve esses textos hoje. Sempre escrevi sobre o amor verdadeiro, sobre a importância de encontrar alguém pra vida toda e sobre coisas assim. 
Hoje, escrevo sobre a importância de se valorizar e se não se inferiorizar por ninguém. Hoje, escrevo sobre a importância de se sentir bem, de não se submeter às imposições de nenhum homem e nem de nenhuma pessoa. Hoje, escrevo sobre correr atrás dos meus sonhos e nunca desistir deles.
Então, vieram me perguntar se passei a escrever sobre isso por sua causa. Sim e não!
Foi você, que quando não me deu valor, me fez perceber que eu merecia alguém melhor, então sim. Escrevo sobre se valorizar por sua causa. Mas também foi você que, quando me disse que eu tinha todo potencial pra conseguir uma bolsa de estudos na Europa, me fez escrever sobre lutar pelos meus sonhos. 
Mas vamos deixar uma coisa muito clara: Eu mudei! E não foi por você, foi por mim!
Aprendi que nunca somos a mesma pessoa depois que outra cruza nosso caminho. Tive muitos baques por sua causa. Me feri por sua causa. Digamos que parei minha vida, por sua causa.
Tive um choro contido na garganta durante meses, por sua causa. E por mais que seja clichê (e sim, sei que é), achei que você mudaria e se tornaria uma pessoa diferente. A pessoa que eu imaginava que você fosse.
Doce ilusão. Senti tanta raiva de você depois daquele conturbado fim que, nem explodindo sua testa com um tiro, acho que minha raiva passaria. 
Mas não é que passou! 
E só depois que isso passa (pode demorar um pouco, mas passa) e que eu comecei a perceber que sim, eu tinha mudado. Não vou entrar em mais um clichê e dizer que cresci depois que você foi embora.
Mas a sua partida me fez amadurecer. Me fez aprender a lidar com a perda. a curar feridas, a conviver com as cicatrizes. 
Eu mudei. Passei a enxergar o mundo de uma nova forma. Não acreditar tão depressa nas pessoas, a perceber quando a pessoa é apenas um lobo em pele de cordeiro, a lidar com o super ego de algumas pessoas (como o seu, por exemplo). Aprendi até a ter paciência (isso foi quase um milagre).
Mas também aprendi a enxergar beleza, onde, às vezes, só via horror. Passei a ver algumas pessoas de forma diferente, de uma forma mais agradável. Passei a ser mais paciente e não achar que o mundo é totalmente cruel, só porque uma pessoa foi super cruel comigo.
Deixei de julgar os outros por sua palavras. Passei a prestar mais atenção nas atitudes e aí sim, por causa delas, percebi o quanto o ser humano pode ser bom ou ruim. 
Não vou lhe dizer obrigado por ter aberto meus olhos para algumas coisas. Vou apenas lhe dizer que você me ajudou a enxergar de uma maneira diferente. 
Sim, eu mudei. E foi por mim, não por você! 


Jussara Souza, 23 anos, 

graduanda em jornalismo pela 
Universidade Federal de Juiz de Fora, 

Vice presidente, Diretora de Protocolo e 

Diretora de Imagem pública na empresa 
e escritora da página Entre amores e delírios.

sábado, 3 de dezembro de 2016

O Homem - Geleia

Imagem reprodução: Youtube

Observação geral: há quem se creia sensível porque é capaz de chorar por coisas corriqueiras, porque se emociona com um vídeo de gatinhos, porque lacrimeja segurando a mão da namorada durante um filme romântico, coisas do tipo. Entre parte dos homens, essa capacidade molenga é ostentada como trunfo, superação, porque, historicamente, a imagem do homem é ligada à dureza. O sujeito tem a certeza de que é uma alma boa e sensível porque permite que seus sentimentos aflorem. Contudo, estupidificado por uma vida dada a mediocridades, é incapaz de contemplar a beleza onde ela realmente existe e persiste -- numa peça musical, numa obra de arte, num clássico literário, numa verdade. Arrepia-se e estremece com frases frívolas rimadas em um roquezinho, mas não possui a mais distante pista do que seja o belo de fato. No máximo, diz que "admira arte" ou "boa música" porque pega bem enquanto se sorve um "bom vinho", garante-lhe ar elevado, é chique. Mas não lhe exija distinções: sua admiração é para absolutamente tudo com o que as pessoas "normais" não estão acostumadas -- "Elas assistem novela; eu, séries e Almodóvar. Elas ouvem sertanejo e funk; eu, MPB, Chico, Caetano. Elas nem sabem o que é arte, não sabem apreciar um Sebastião Salgado, um Romero, uma Tarsila."

Esse homem -- chamemo-lo homem-geleia -- se acha muito superior ao restante por causa de seus gostos e dessa suposta sensibilidade, mas isso tudo, somado à relutância em não passar da epiderme de absolutamente nada, apenas revela que se trata de um fruto de casca mole e interior duro -- desprezível e descartável, portanto; como seus hábitos. É como uma semente de ingá: molenga e gosmenta por fora, dura e imprestável por dentro. E isso explica muito dos conflitos e dos dramas contemporâneos, do porquê mulheres (já tonteadas por progressismos baratos) não conseguem achar um "homem que preste". Esse homem, o "que preste", ao longo da História, sempre foi duro por fora, em suas reações aos perigos e às necessidades, em sua postura honrada, briosa e máscula; contudo, por dentro, saina expressá-lo ou não, é verdadeiramente sensível, flexível, de sentimentos realmente bons e elevados.

O homem-geleia se orgulha porque chora por fora, diferentemente dos brutos; mas, por dentro, o bruto -- e seco -- é ele. Já o homem aparentemente bruto ou insensível sabe que deve manter-se impávido colosso porque deve agir e reagir assertivamente, para fazer o que é preciso. Ante o perigo e a necessidade, o homem aparenta dureza porque sabe que deve fazer algo; e o sabe justamente porque é no seu interior que estão os verdadeiros sentimentos, que o motivam e o movem. Já o geleia, ante o perigo ou a necessidade, reage com toda sua sensibilidade superficial: chora e se desespera. Ademais, fica imóvel; se se mexe, é para correr, para fugir do compromisso, da responsabilidade. E, assim, os relacionamentos, as vocações, os projetos de vida, a caminhada na direção da Verdade, enfim, tudo que realmente importa e que deixa rastro não resiste, desmorona, dura pouco, porque pouca é a tenacidade e a consistência das almas geleiosas.
Foto reprodução:
Facebook


Colombo Mendes, 31 anos, 
é editor e escritor 

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

É hora de virar a página!

Imagem reprodução: Google

Virar a página de uma história nunca foi uma tarefa fácil pra mim. 
Serei sincera: não sei desapegar!
Não sei desapegar de roupas, sapatos, livros, filmes e muito menos de pessoas. Mas, como praticar o desapego é necessário na vida de todo mundo, tive que aprender.
E oh, que tarefa difícil!
Aprender a deixar as coisas irem embora da minha vida é muito difícil. Juro! Achei que não fosse conseguir. 
Mas me enganei (e como fiquei feliz por estar enganada)!
Desapeguei. Das roupas, sapatos, livros, filmes e principalmente, de pessoas!
Gente, isso faz um bem danado. Sério!
Eu não imaginava como se sentiria ao me ver livre de coisas (e pessoas) que só me faziam mal. Sabem aquelas pessoas que sugam sua energia igual parasita? Se livrar delas faz muito bem à saúde. 
Hoje, depois de passar uma noite bêbada, tentando me manter forte e não chorar na sua frente, decidi começar um novo capítulo da minha história. 
Vou virar a página! Recomeçar!
E quer saber de uma coisa: que maravilhosa é essa sensação!
Ontem, achei que uma Brahma gelada cairia bem. Mas hoje, tenho certeza que virar a página vai cair bem melhor!



Jussara Souza, 23 anos, 

graduanda em jornalismo pela 
Universidade Federal de Juiz de Fora, 

Vice presidente, Diretora de Protocolo e 

Diretora de Imagem pública na empresa 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Carta para um (quase) amor!

Imagem reprodução: Google
Hoje, escrevo essa carta, pensando em todos os momentos que poderíamos ter tido juntos. Não tivemos e olha que eu insisti muito. Mas você não quis e amar por dois, é suicídio.
Meu querido quase amor, sinto muito pelas noites que não tivemos juntos, pelas histórias de trabalhos que nunca contamos um para o outro, pela série que nuca pudemos assistir juntinhos.
Meu querido quase amor, sinto muito por você não querer dividir sua história comigo, por você não me deixar fazer aquele cappuccino num dia frio para você, por não me deixar curar suas dores depois do futebol.
Eu realmente sinto muito por não poder preparar aquele pudim que você tanto gostava, por não poder te acompanhar nos almoços de domingo da sua família, por não levar o cachorro para passear ou por não ter sua companhia pra comer pipoca na praça num sábado à noite.
Meu querido quase amor, eu sinto por você sentir tão pouco e não se permitir entrar numa relação, que poderia ter sido maravilhosa. Eu sinto muito por seu coração estar fechado para outra pessoa entrar.
Eu sinto por você preferir noites e noites com mulheres diferentes e nunca um “Bom dia, meu amor” no domingo de manhã. Eu sinto muito mesmo por você não me deixar fazer parte da sua vida. Mas a escolha foi sua.
Agora, o que me resta, é seguir em frente e encontrar alguém que queira tudo o que você jogou fora.
Essa carta nunca irá chegar nas suas mãos, mas eu torço para que você fique bem.
Com carinho, do seu quase amor!




Jussara Souza, 23 anos, 
graduanda em jornalismo pela 
Universidade Federal de Juiz de Fora, 
Vice presidente, Diretora de Protocolo e 
Diretora de Imagem pública na empresa 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Carta de repúdio ao Ouroeste Hoje

Escrito por: Victor Hugo Cavalcante

Print Reprodução: Facebook


Esta carta de repúdio se dirige ao caríssimo Ouroeste Hoje.


Você se diz uma nova mídia que surgiu em Ouroeste? Ótimo... Faça seu trabalho enquanto mídia. Porém difamar alguém não é fazer jornalismo meu caro.
Espero que você não seja formado em comunicação social, porque se for... Que "ótimo" jornalista a faculdade que te formou criou hein? Não estou falando como eleitor de um ou outro candidato, estou falando como Espírita e exclusivamente como jornalista...

Difamar alguém por sua religião ou por sua sexualidade não é fazer notícia não meu caro... Então cresça!!! Mas cresça moralmente, eticamente e espiritualmente inclusive... Cada um tem o direito de professar sua fé sim, porém seu Direito acaba onde outro começa. 

Não sou de desejar mal a ninguém... Mas espero e muito que alguém descubra quem está por trás dessa página de meia tigela e que independente de estar ao lado de um ou outro dos três candidatos políticos á prefeito, te denunciem para a Justiça por ataque á honra da candidata citada neste vídeo.

Uma observação que farei aos que estão agora lendo esta carta de repúdio:  Não denunciem a postagem para o Facebook, entrem no site da PF e mandem esse material á instituição porque só eles têm o poder de descobrir  a pessoa por trás dessa página escrota e imoral.





Victor Hugo Cavalcante, 21 anos é jornalista e dono do blog Folkcomunicação 
e atualmente é prestador de serviços comunitários á empresa Rotaract Clube de Ouroeste

Fascinado por eventos culturais, por Internet e Mídias independentes... Ama a arte pelo conteúdo e o que dizem em determinados momentos, poeta, contista e jornalista de mão cheia.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Eu fui PT

Escrito por: Márcio Augusto Costa
Foto reprodução: Facebook

Empunhei bandeira, colei adesivos.
Fiz campanha, fui a comícios, usei broches que eu mesmo comprei.
Sei de cor o jingles das campanhas de Lula;
Me irritei com as seguidas derrotas;
Gritei fora Collor, fora FHC e até fora Globo;
Chamei o plano real de golpe;
Falei que o “bolsa escola” era forma do governo comprar voto dos mais pobres.

Eu fui PT por que tinha que ser.
Eu sou trabalhador, e não democrata, nem liberal, nem comunista.
Então o partido do Trabalhador era o lugar do cara que teve que trabalhar pra pagar a faculdade, e sabia que teria que continuar trabalhando duro pra comprar sua casa, pra pagar seu carro, pagar suas viagens.

Eu fui PT por ideologia e não fisiologia.
Não ganhei um centavo, não viajei de graça, não estudei de graça, e nem acho graça nas coisas de graça.
Eu nunca achei golpe o pedido de impeachment de Collor, nem os diversos pedidos manejados contra Itamar ou FHC.
A constituição atribuiu a representantes eleitos pelo povo a função de processar e julgar o presidente, e eu acho isso extremamente democrático.

Eu fui PT
E no ano de 2002 enviei cartões de Natal aos meus queridos amigos com a frase:
“A Esperança venceu o medo!” Eu estava trabalhando na madrugada daquele natal!

Eu fui PT,
E se as redes sociais existissem naquela época, eu compartilharia textos não de Jean Wyllys, ou Jandira, por que eu li Hélio Bicudo, Cristovam Buarque, Fernando Gabeira, eles não são mais PT.

Fui PT até quando deu pra ser. Até o dia que o “T”de trabalhador foi substituído pelo “T”de trapaça, de trambique. Por que não de Traição.

O partido dos trabalhadores se agarrou ao poder, e abraçou Renan, Sarney, Collor e até o Maluf, criou fantasias e contou mentiras, soltou a mão de pessoas honestas e sérias, e foi aí que deixei de ser PT.

Eu deixei de ser PT, e me surpreendo com você
Que contesta o fato de Cunha ser o condutor do impeachment
Mas jamais contestou o fato dele ser um dos elos da aliança entre o governo e o PMDB

Eu deixei de ser PT, e me decepciono com você
Que acusa Temer de ser golpista e bandido,
Mas jamais contestou o fato dele ser, desde o primeiro mandato, o vice presidente escolhido por Dilma

Eu deixei de ser PT, e me assusto com você
Que ao ouvir uma gravação não comenta o conteúdo, simplesmente afirma que escuta foi ilegal.
Que diante de uma delação pautada em provas, limita-se a falar em vazamento seletivo.
Que de frente a evidências de fraude, corrupção e tantos crimes, ataca a imprensa, a polícia e o Juiz.

Eu deixei de ser PT, e me envergonho de você
Que aplaude políticos processados, julgados e condenados que entram de punho erguidos na cadeia como se fossem vencedores e não ladrões
Que afirma que o mensalão não existiu, que não há escândalo da Petrobras, que não é dono do sítio, nem do apartamento.... Que nunca soube de nada.
Que afirma que não há crime em uma prática absolutamente ilícita só por que ela já foi feita por outros.

Eu deixei de ser PT, e me incomodo com você
Que vai as manifestações da CUT cheias de balões, camisetas vermelhas, e enormes palcos, tendas e militantes pagos, tudo custeado com dinheiro obrigatoriamente sacado dos salários de trabalhadores todos os anos com o nome de imposto sindical.

Eu deixei de ser PT, e não entendo você
Que fala em defesa da democracia, e afirma que pode ser golpe uma decisão de um congresso eleito pelo povo.
Que fala em voto livre, mas aceita a compra parlamentares com cargos e dinheiro

Eu deixei de ser partido, continuo trabalhador... e você?



Márcio Augusto Costa, 38 anos, 
é advogado e
mora em Brasília - DF